sábado, 30 de dezembro de 2017

Adão, o primeiro homem.







O primeiro personagem bíblico, criado a Sua semelhança, segundo a Bíblia, foi cercado de cuidados, trabalho e recomendações. Dentro dos cuidados de Deus à sua criatura, o Senhor lhe deu, uma ajudadora, que lhe assistisse todos os dias de sua vida e um de seus trabalhos iniciais foi dar nome aos animais. Já sobre as recomendações, uma delas foi não comer da árvore do conhecimento do bem e mal.

O discernimento do que possa ser certo ou errado não foi condição aceita para se ter uma vida eterna, junto com o Criador, mas sim a obediência ao Altíssimo, lhe atribuindo tempo definido sobre a face da terra, com sua esposa dando-lhe filhos e assim continuidade de sua geração, à sua semelhança.


O propósito dEle para o homem é algo muito sublime e excelso. Um desafio enorme e para o qual, empenhou até a sua vida. Deus o fez nada mais nem menos que à sua imagem e semelhança, com muita inteligência e sabedoria. Não há superioridade entre ele e a mulher, entretanto, eles têm vocações diferentes e se complementam. Se existe uma sujeição ao seu marido, dada ou colocada por Ele, é devido, simplesmente à vocação dela, contudo ela está cercada de honra, sendo de seu ventre a criação dos filhos e a preservação/continuidade da vida.

* Esse texto é apenas um pequeno recorte de uma mensagem mais ampla sobre a vida de Adão. Segue abaixo o link para acesso ao vídeo que contém o estudo completo sobre o tema.








sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

O tratado aos Hebreus.






Continuando o estudo da carta aos Hebreus, um incentivo aos irmãos judeus na fé em Cristo Jesus, o sumo sacerdote da nova aliança. Esse tratado que se desenvolve com definições diretas, muitas vezes se transforma num sermão, com o escritor realizando belas pregações, contudo, termina como uma carta.

No capítulo sete, continua o assunto começado ainda no capítulo quatro, a chamada de Jesus, sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, realizada pelo próprio Criador e de consequências eternas.


O rei de Salém abençoou a Abraão em sua volta de uma grande guerra e recebe o dízimo de tudo que possuía, por interpretação rei de paz e justiça. Essa nova ordem sacerdotal, também seria rei de justiça, rei e sacerdote, juntos. Uma figura do que havia de ser realizado pelo Altíssimo, que ninguém sabe quando começou a existir e não tem fim de dias, um sacerdote eterno, mostrando que se o sacerdócio levítico tinha a perfeição, não necessitaria de outro totalmente novo, com leis novas, a lei da fé, pois a lei de Moisés não aperfeiçoou a ninguém e ela foi anulada, com Jesus como fiador de uma nova aliança, que já existia antes mesmo do outros sacerdotes instituídos no deserto, de forma provisória, figura daquele que havia de vir.

O sacerdócio de Jesus, ministro do santuário nos céus, sentado a direita de Deus, para sempre. Os sacerdotes terrestres ministravam sacrifícios segundo a lei, mas agora, segundo o escritor aos Hebreus, temos um novo sacerdócio firmado em melhores promessas, que não pode ser quebrado, sendo colocadas as leis no coração e mente, diferente das escritas em tábuas e pedras, seres inertes. 

* Esse texto é apenas um pequeno recorte de uma mensagem mais ampla sobre a Epístola aos Hebreus. Segue abaixo os links para acesso ao vídeo que contém o estudo completo sobre o tema. 








segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Introdução da carta aos Hebreus.





O apóstolo Paulo, suposto escritor da carta aos Hebreus, provavelmente antes no ano 70 d.C. devido à destruição do templo em Jerusalém, por causa da profundidade do texto e a excelente habilidade no Velho Testamento e outras características mais, como à referência ao seu filho na fé, Timóteo e uma saudação dos de Roma.

A carta aos Hebreus nos exortação à perfeição, maturidade espiritual e com uma dualidade entre a lei, que é figura, com a realidade das coisas referentes ao reino do Senhor de forma bem contextualizada.

A superioridade de Cristo é destacada de forma direta, como um tratado, nas suas primeiras letras, reforçando que Deus fala agora através de seu Filho, apesar de ter se revelado de outras variadas maneiras, sustentando a tese da excelência dEle, o resplendor da graça divina, citando “quem vê a mim, vê o Pai”, “todas as coisas subsistem por Ele”, “não há perdão de pecados sem Ele”.

Jesus Cristo é superior aos anjos “ao nome de Jesus todo joelho se dobra”, porque nEle habitava toda a divindade e as palavras do Eterno, este é meu Filho amado e todos os anjos de Deus o adorem, pois eles são importantes ministros que trabalham por aqueles que hão de herdar a salvação, contudo, menor do que Cristo. Moisés também como dirigente do povo no deserto foi fiel, mas Jesus conduz o povo que é dEle e o outro apenas um servo, uma figura do profeta que viria. Josué, outra figura do Messias, é colocado inferior ao Senhor, pois ele não deu descanso ao povo hebreu e recomenda que entremos no repouso do Altíssimo, isto é, sermos obedientes.


Concluindo os primeiros cinco capítulos desta carta, a superioridade do sacerdócio de Jesus é notória nos escritos dela devido a sua chamada, apresentando o Senhor como o sumo sacerdote que em tudo foi tentado, entretanto, sem pecar, intercede por nós nas coisas concernentes à Deus.

* Esse texto é apenas um pequeno recorte de uma mensagem mais ampla sobre a Epístola aos Hebreus. Segue abaixo o link para acesso ao vídeo que contém o estudo completo sobre o tema. 






quarta-feira, 15 de novembro de 2017

A Babilônia do Apocalipse.






Sucedendo ainda o encadeamento de acontecimentos, ao abrirmos o derradeiro livro da Bíblia, uma das mulheres descritas nele é a igreja, a esposa do Cordeiro, que junto com o Espírito Santo, gera filhos para eternidade, representada no capítulo 12 do livro do Apocalipse, vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça.

A outra mulher mencionada, é a humanidade desviada do Criador, chamada de Babilônia, agora do capítulo 17 ao 20 do livro da Revelação, com minúcias a mais, mostradas a nós pela Palavra, isso é claro, aos olhos do Criador.  É comparada com uma mulher prostituta, pois se desencaminhou da orientação do seu Senhor, desde o Gênesis até o Apocalipse ela já existe, certamente.

Esta mulher, como mostrada ao apóstolo, estava trazida pela besta, já relatada no capítulo 13 deste livro, com sete cabeças e dez chifres. Mostra uma relação íntima entre ela e a besta, obviamente, que é o sistema de poder globalizado deste mundo, e, ainda mais, sustentada pelo dragão. Outro pormenor relevante descrito, é que ela estava embriagada com o sangue dos santos e das testemunhas de Jesus, como no caso das arenas romanas e inquisições, nas quais muitos cristãos foram mortos. A besta é um retalho, com domínios mundiais que existiram, outros deixaram de existir e ainda outros que voltariam a emergir. Entretanto, os próprios chifres que a queimarão no fogo, isto é, esses poderes globais iriam julgar a própria Babilônia.

O apóstolo se admira e o anjo lhe disse que lhe mostraria o segredo da mulher e da besta que a traz. Os sete montes, que são os impérios mundiais, que sempre perseguiram a igreja, é bom sempre lembrar disso, determinados pelo Altíssimo desde Egito, Assíria, Babilônico, Medo-Persa, Grego, Romano e o governo globalizado atual. Na época do apóstolo amado, estava no sexto, o romano e ainda um último viria que são os pés e dedos da revelação já dada ao profeta Daniel no capítulo 2 de seu livro, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.


 Em síntese, de maneira bem simplificada e retornando à antiga Babel, Babilônia significa confusão e rebelião contra Deus e ela é apoiada pelos impérios mundiais. Não é só uma instituição que se desviou dos princípios bíblicos e sim, claramente, toda a humanidade desviada. Ou somos igreja, ou então, infelizmente, somos Babilônia, não tem para onde ir. Então, sejamos, pois igreja, parte da mulher vestida do sol.



domingo, 12 de novembro de 2017

O que há de vir virá, e não tardará.






Deus conta com a gente, diz a cantora cristã. É verdade, pois os anjos quiseram também ser propagadores da salvação em Cristo, contudo, essa tarefa foi dada a nós.

A igreja é um corpo e nenhum membro é aperfeiçoado sem o outro, sozinho. Andamos juntos em Espírito, sofremos as mesmas calúnias e perseguições, venceremos e subiremos lado a lado. Inclusive, o Senhor pode, inclusive salvar, do mesmo modo, toda a nossa família.

Estamos na última hora bíblica, então falta muito pouco para o fim de todas as coisas. Se ainda, antes dEle vir, viermos a morrer em Cristo, similarmente nos juntaremos  aos vencedores que já partiram antes de nós.


Juntos somos mais fortes, certamente, e não podemos rejeitar as orientações do Salmo 133 e também sermos perseverantes, pois mais um “poucochinho” de tempo, e o que há de vir virá, e não tardará, como disse o escritor aos Hebreus, na sua preciosa epístola, pois você juntamente é inspiração a outros que estão na mesma labuta, eles igualmente contam conosco e o céu inteiro se move para ver a gente vencer, diz a irmã trovadora louvando ao Criador.

Deus abençoe a nossa caminhada, que Ele nos ajude a chegar até o final, sem desistir, pois "as crises e dores tem fim"!








sábado, 4 de novembro de 2017

As bestas do Apocalipse.





No objetivo de dar prosseguimento ao estudo sequenciado do livro do Apocalipse, devido as suas bem-aventuranças e da recomendação do próprio Senhor Jesus. Ao se tocar a sétima trombeta, em seguimento a sequência de eventos em decorrência do toque da trombeta do sétimo anjo, ou sétima trombeta do Apocalipse.

No capítulo 12, temos a igreja sendo representada por uma mulher, grávida e com ânsias de dar à luz e no capítulo 13, duas bestas: uma subiu do mar e a outra que subiu da terra. É na forma de uma besta que Deus vê os reinos deste mundo, apesar de muitos acharem maravilhosos.

A primeira besta que subiu do mar, que tinha sete cabeças e dez chifres, e, sobre os chifres dez diademas, e, sobre as cabeças um nome de blasfêmia. Era semelhante ao leopardo, e os pés, como de urso, e a sua boca como de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, o seu trono, e grande poderio. São os reinos deste mundo, o caldeu, medo-persa, o grego e o romano. Interessante notar que eles são contra Deus e blasfemam o seu nome. Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e os vencerem.
  
A segunda besta, a que subiu da terra, tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. Exerce todo o poder da primeira besta na sua presença e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta. Mostra o falso profeta, a religião vinculada ao poder político. Esses falsos ensinadores estão ligados ao poder e falam o que interessa ao sistema que reina neste mundo, por isso são falsos profetas e atuam junto à outra besta.


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A angelical guerra no céu do Apocalipse.





No objetivo de dar prosseguimento ao estudo linear da Revelação, dada pelo Senhor ao discípulo amado. Ao se tocar a sétima trombeta, analisado nas postagens anteriores, inicia-se uma sequência de outras visões no livro do Apocalipse.

No capítulo 12, temos a igreja sendo representada por uma mulher, grávida e com ânsias de dar à luz. Ela tem anunciado o nascimento do Deus Homem desde o livro do Gênesis, uma longa gestação aos olhos humanos, mas para o Altíssimo, é o tempo que já tinha projetado a salvação da humanidade através do sangue do Cordeiro, e disse ao apóstolo Pedro que Ele mesmo executaria essa missão: “edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. ”

Outro sinal no céu também é visto: um grande dragão vermelho, sete cabeças e dez chifres e, sobre a cabeças, sete diademas. Mostra estultícia, as sete cabeças, se apresenta de inúmeras formas, “transfigura-se até em anjo de luz” e os dez chifres é indício de uma quantidade de poder muito grande, não devemos se iludir, é uma das mais poderosas criaturas dEle, entretanto, também formado pelo Criador. É um ser muito glorioso, tanto que o profeta Ezequiel disse que ele andava no meio das pedras afogueadas e que toda pedra preciosa era a sua cobertura, até que se achou iniquidade nele.


O sacrifício de Jesus purificou até os céus, e os anjos rebelados e os outros indecisos precisavam tomar uma posição, por Deus ou contra Ele. Satanás e os anjos arrastados por sua cauda, foram derribados e lançados sobre a terra. Parou diante da mulher, querendo tragar o Filho, mas Ele foi escondido em Deus, apesar da perseguição desde o Herodes, matando as crianças em Israel.



Agora, o dragão derribado e seus anjos, não podem nada contra o Filho e vão perseguir a mulher. Fazem guerra ao resto da sua semente, que são os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo.

As duas testemunhas do Apocalipse.





Com a finalidade de avançar nas linhas do livro da Revelação, coisas que brevemente aconteceriam na época do ancião, ainda naquele intervalo, entre a sexta e à sétima trombeta, agora no capítulo 11, no qual relata a presença de duas testemunhas, que são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante de Deus, que deveriam profetizar por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano e saco.  

Se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá de sua boca e devorará os seus inimigos. Elas têm poder para fechar o céu, para que não chova nos dias da sua profecia; tem poder sobre as águas para convertê-las em sangue e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, quantas vezes quiserem como no Egito de Faraó.

Entretanto, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e as vencerá, e as matará. Seu corpo moro jazerá na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde o seu senhor também foi crucificado.


Contudo, elas têm de Deus uma promessa, depois de três dias e meio, o espírito de vida, vindo de Deus, entrará nelas, e subirão ao céu em uma nuvem.   


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

A sétima trombeta do Apocalipse.





Continuando abrindo e estudando o livro do Apocalipse, existe na Palavra, uma breve interrupção, depois do toque da sexta trombeta, nos capítulos 10 e 11, com o Senhor revelando algo importante de repercussão tanto no céu quanto na terra. Há segredos que só seriam revelados com o toque daquela última trombeta, como relata o apóstolo João, no verso 7 do capítulo 10.

O Espírito e a esposa são comissionados, no capítulo 11, “vestidos de pano e saco”, como o próprio apóstolo, recebe o livro da mão do anjo, para testificarem o testemunho do Senhor Jesus ao mundo. Muitos seriam e serão abatidos na sua missão, pela “besta que sobe do abismo”, na verdade, desde o início da criação até nossos dias, sempre os religiosos e poderes mundanos, foram contrários à exposição das Sagradas Escrituras, contudo, não antes de terminarem a sua tarefa, no período de 3 dias e meio, 42 meses, 3 anos e meio, tempo tempos e metade de um tempo.

Nos versos 15 ao 19, do capítulo 11, temos o relato do toque da sétima trombeta, e a bíblia diz que os reinos deste mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. Os anciãos dizem que “iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

Concluindo, com as palavras dos anciãos, “abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca do seu concerto foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos, e grande saraiva”.


O toque da sétima trombeta, na verdade, inicia um ciclo de novas revelações, segredos de Deus a serem agora revelados e nos sãos contados por João, nosso irmão e conservo dEle, nos capítulos 12 ao 16 do livro do Apocalipse e continuaremos falando dessas novas visões, como a guerra no céu, as bestas e as últimas pragas.


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

As trombetas do Apocalipse.






Em continuidade ao estudo sequenciado no livro do Apocalipse, agora no capítulo 8, ao se abrir o sétimo selo, fez-se silêncio no céu por quase meia hora. Foram dadas sete trombetas aos sete anjos que estavam diante de Deus.

No verso sete do capítulo oito, temos o toque da primeira trombeta com a queima da terça parte das árvores e do mar com a ordem da segunda. Na terceira foi atingida a terça parte dos rios e fontes de águas. O quarto anjo toca a sua trombeta e foi ferida a terça parte do sol, da lua e estrelas.

É interessante ressaltar também, que, a ordem já saiu, um terço será queimado, contudo, ela realizada de ordem de forma progressiva, desde o início do mundo.

Antes da quinta trombeta, no verso 13, um anjo no céu diz com grande voz: Ai! Ai! Ai! Dos que habitam sobre a terra por causa das outras vozes das trombetas dos três anjos que hão de ainda tocar! 

No sexto, verso 13 do capítulo 9, a bíblia relata três pragas, na qual morrem a terça parte dos homens pelo fogo, fumaça e pelo enxofre.

Tudo isso ocorreu por ordem de Deus, decretos para os homens se arrependam de suas más obras, entretanto, segundo o livro sagrado, eles não deixaram seus maus caminhos, ao invés de buscá-lo e entrar em seus propósitos.


domingo, 29 de outubro de 2017

Abrindo o livro de Apocalipse.








No livro do Apocalipse, nos primeiros versos, temos a orientação de bem-aventurança. É muito feliz aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.

Nos escritos da Revelação temos em Jesus a centralidade, nEle estão todas as coisas, quando se diz que: “eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim.

Já o mensageiro, o apóstolo escritor estava na ilha de Patmos, não em exílio, como alguns entendem, mas sim, por causa da Palavra de Deus e pelo testemunho de Jesus Cristo. Em 1800 foi utilizada como exílio, por Napoleão Bonaparte, entretanto, já estamos no ano cem depois de Cristo.

Uma verdade já bem explicada e fundamentada em relação ao reino de Deus, que está entre nós, e não virá como acreditam alguns estudiosos, pois quando saímos da potestade das trevas, somos feitos filhos do reino da luz e reinamos com Ele, espiritualmente, claro. Como o próprio apóstolo Paulo também explica isso: “ tendo recebido um reino inabalável”.


Foi arrebatado em espírito, num dia de sábado, pois João era judeu e só no ano 300 é que foi modificado para domingo, erroneamente. Recebe a ordem de escrever num livro a visão e enviá-lo às sete igrejas da Ásia, representada como castiçais, entre os quais Ele mesmo se encontrava, presente nas igrejas e na sua destra tinha sete estrelas que são os pastores das igrejas, chamados de anjos.

sábado, 28 de outubro de 2017

As escolhas de Sansão.




O planos divinos são maiores e melhores que os nossos, assim como seu julgamento e equidade.

Na sua soberania e onisciência, quis dar ao povo israelita um libertador e quando Ele quer fazer algo, Ele faz, porque seus projetos não precisam de revisor e nem de executor.

Muitos julgam apressadamente e veem apenas o que está diante de seus olhos, naturalmente. Entretanto, o Altíssimo vê por dentro e por fora, sabe as intenções do coração.

O juiz de Israel, fez a nossos olhos, escolhas precipitadas e ruins. Muitas delas são exemplos para todos de como não proceder, inclusive, sendo que todas elas tem consequências.

Contudo, não podemos esquecer, que Deus tem os Seus caminhos e o propósito dEle na vida de Sansão, conforme disse através de um mensageiro à sua mãe, era livrar o seu povo.

O Senhor tem um caminho na tormenta e isso não pode ser usado como desculpa para nossos erros e vis escolhas.

Sansão, é um caso especial, que merece sempre muito cuidado na análise, pois tem um toque especial do Criador!


domingo, 8 de outubro de 2017

A crença no Salvador traz vida eterna!




A história da chegada de Jesus, o Deus magnífico que se fez homem, é de extrema relevância. O Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória como a do Unigênito do Pai, exultou o apóstolo, que disse também que todo espírito que não confessa que Jesus veio em carne não é de Deus.

Não há maior e mais intenso relacionamento do que esse, de se igualar à natureza da sua criatura, para poder melhor conviver conosco.

Entretanto, muitos não o aceitaram, como Deus. Mas, não há dúvidas, quem vê o Filho, está vendo o Pai e assim por diante...eles são UM.

O Filho Amado anunciou a salvação através dEle mesmo, não só para o povo conhecido por guardar suas promessas, de forma tradicional e histórica, contudo, para todo o mundo: “quem tiver sede, venha a mim e beba”, “os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade”. Assim, Ele quebrou o sectarismo religioso judaico...


Bem, a melhor notícia é que atualmente, o Salvador continua resgatando através da crença em seu sacrifício na cruz do calvário!


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A Palavra de Deus permanece para sempre!


O Eterno nos conhece muito bem. Até melhor que nós mesmos e se Ele der um testemunho nosso, bem, é exatamente o que somos. Isso certamente se perpetuará e o seu depoimento se confirmará, porque Ele é Deus.

Vemos isso na declaração dEle a respeito de Jó. Disse: que ele era sincero, reto, desviava do mal e era temente ao Senhor.

Adversidades se levantaram, entretanto, somente corroboraram com a declaração daquEle que tudo sabe e não é influenciado, ou está limitado ao tempo.

Perdeu família, bens, saúde e até amigos, contudo permaneceu esperando naquEle que tudo vê e pode.

No final, o seu redentor, que vive eternamente, se apresentou, o surpreendeu dando-lhe novamente novos filhos, riqueza dobrada, saúde e agora mais experiência.


Esperemos pois nEle, pois só a Palavra dEle é que subsiste! 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pedro e João perante o Sinédrio.


Logo após a cura divina do coxo à porta do templo chamada Formosa, nesta enfermidade desde o ventre de sua mãe, os apóstolos foram levados presos pelos sacerdotes e saduceus, porque eles se doíam muito que ensinassem o povo e anunciassem em Jesus a ressurreição dos mortos.

O número dos convertidos chegou a cinco mil e o questionamento dos religiosos daquela época foi: com que poder ou em nome de quem fizestes isto?

Pedro, cheio do Espírito Santo lhes anuncia o Evangelho e as autoridades eclesiásticas, diante de tantos testemunhos e até do próprio coxo, lhes ordenaram que não falassem mais no nome de Jesus.

Deus deu graça aos seus discípulos e responderam com sinceridade e honestidade: julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.

Unânimes levantaram a voz ao Senhor e disseram: olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua Palavra!

Temos agido assim também?  

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Os dois alicerces.


Na vida cristã estamos sempre ouvindo o ensino do Mestre e praticando, por isso não existe cristão não praticante. Não existe?

Quando a doutrina e a execução não estão englobadas num mesmo conjunto, temos um grande problema? Sim.

O discurso e o exercício precisam andar compassadamente, sempre e quanto maior a distância deles, mais distante estaremos de um cristianismo verdadeiro. Disso surgem as heresias, desvios bíblicos e relativismos? Certamente.

Se o cristão não praticante existe no dia a dia, na Palavra não o encontraremos. Por que? No céu só veremos aqueles que mesmo sem ter nomes, reconhecimento, obedeciam aos mandamentos divinos, muitas vezes só pela sua consciência, sem saber ao certo que estavam vivendo de acordo com a doutrina dEle? É.

Muitos dirão naquele dia “em teu nome, ..., mas Ele dirá: não vos conheço.” Porque não praticavam a Palavra.

O céu é um lugar santo e o Senhor também, então, para morarmos com Ele, precisamos começar a treinar aqui? Obviamente.

O apóstolo diz: aquele que mentia, não minta mais, ..., falava mal do próximo, não aceites mais afronta, subornava, não subornes mais...

Difícil, impossível e até inacreditável para alguns ser um cristão praticante, entretanto, deve ser melhor saber da realidade do que ficar se enganando. Não?

domingo, 20 de agosto de 2017

Ovelhas sem pastor.


O Senhor da seara fez essa observação quando pregava o Evangelho do Reino e atendia ao povo. Teve dó deles, pois andavam perdidos e desorientados e completa com a triste expressão tão conhecida: “ovelhas sem pastor”.

Considerando que o pastor é um presente dado à igreja, e dEle não falta nada, então onde eles estavam, pois as ovelhas estavam abandonadas.

O ministério pastoral requer cuidados e trabalhos que não podem ser esquecidos. Ao vermos os crentes sem saber ao certo, para aonde ir, a firmeza de cada assunto bíblico que envolve sua vida – e ela é preciosa, fazendo, na maioria das vezes, o que bem parece aos seus, vem sempre a pergunta do Espírito: onde estão os pastores, para aonde eles foram?

Muitos pastores chamados podem estar parados por diversos problemas da carreira eclesiástica? Sim.

Outros entretanto, podem ter assumido visões diferentes da do Mestre e desviado da vocação inicial? Certamente.


Que o Altíssimo mande ceifeiros para a seara, desperte os enviados e converta os desviados, pois as ovelhas continuam sem pastor.


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O pastor gestor e a gestão da Palavra.





Um sábio apóstolo disse a seu filho na fé: “pregues a Palavra em tempo e fora de tempo”.

A centralidade do culto e vida cristã deve ser a Palavra? Sim e isso quer dizer em todo.

Não diz que deveria ser a linha de pensamento “a” ou “b” que mais servem para discussões e disputas, acirrando o ânimo das partes que querem a todo custo defender uma ou outra instituição.

Sem dúvida mostra uma imaturidade muito grande, pois o que precisamos é de pregação bíblica genuína e não briga de mestres, pastores e doutores.

No início da igreja diz a Bíblia que o número de fiéis crescia muito e os apóstolos se preocuparam em se dedicar seu tempo à Palavra e Oração.

Hoje em dia se vê em muitas denominações a ânsia de ganhar cada vez mais membros, atingindo metas de crescimento, entretanto pagando-se um alto custo: muita distração e pouca ou nenhuma Palavra.

Oração? Sim, tem um pequeno grupo que se reúne um dia por semana.

Contudo, biblicamente, a função maior e insubstituível do pastor é gerir todo o seu tempo na preparação de um alimento sólido para o povo.

Outro problema crônico é a formação de pastores. Temos muitos gestores no meio evangélico, mas pastores muito pouco, infelizmente.

Uma das causas não seria a disputa por cargos e promoções sem o devido preparo do obreiro? É.

Ao invés de se dedicarem em aperfeiçoar os dons ministeriais e exercê-los com excelência, preferem serem “promovidos” na carreira institucional sem o devido aprimoramento.

Também tem a cumplicidade de líderes e a omissão na formação de discípulos, pois muitos o olham como ameaças à sua posição. Definitivamente esses perderam o foco, não estão mais na chamada deles, se é que foram chamados. Não estão no reino de Deus e sim trabalhando para construção de um legado pessoal.

Aí surgem as máfias, os grupos privilegiando os seus partidários e não reconhecendo o dom e a chamada divina.

Um abismo chama outro e estamos imersos num charco de lodo muito grande, quase impossível de transpormos.


Se a nossa geração já está sem pastores, não estamos formando sucessores, como será o amanhã de nossas igrejas? Nada bom. Uma igreja rica que acha que está influenciando o mundo, entretanto o mundo já a dominou com suas artimanhas, os princípios dela não são mais bíblicos, na verdade só tem o nome de igreja, pois as estrelas não estão na posição que Deus as colocou, em comunhão com Ele e ensinando a Palavra. 


terça-feira, 15 de agosto de 2017

A liberdade cristã e seus limites.



O apóstolo dos gentios exortou aos gálatas a não voltar à servidão, referindo-se à questão da circuncisão e quem quisesse se circuncidar que cumprisse também toda a lei.

Os judeus que não compreenderam a vinda do Messias e da implantação do novo concerto, ainda cumpriam a lei e suas observâncias. Entendiam que para servir a Deus era dessa forma apenas.

Paulo teve o entendimento aberto e juntamente com o Concílio em Jerusalém, adotaram os limites da Palavra que se devia ser observado, principalmente os novos conversos.

Isso também pode ser aplicado hoje em relação aos costumes cristãos? Sim.

A tradição tem a sua importância, pois identifica a cultura envolvida e transmite valores representativos de suas crenças.


Entretanto, o limite bíblico jamais deve ser ignorado, ele é, e sempre será, o nosso alicerce e bússola!